sábado, 24 de novembro de 2018

Gasolina na fogueira

A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. (Pv 15:1)

Muitos complicam a própria vida por falta de sabedoria quando falam. Sem pensar, sem filtrar o que vão dizer, abrem a boca e despejam as palavras sem se importar com o resultado. Entretanto, de acordo com o uso que fazemos das palavras, podemos machucar pessoas, ferir a alma alheia e despertar sentimentos negativos nos outros.
Salomão afirma que “a resposta branda desvia o furor”. Quantos diálogos se transformam em brigas por não observarem esse princípio. Muitos casais se ferem mutuamente por não reconhecer o momento de tirar o “pé do acelerador”.
Infelizmente, tem gente que gosta de jogar gasolina na fogueira. Sem pensar nas consequências, nos prejuízos futuros, abrem a boca falando o que bem entendem, produzindo ira no coração dos seus ouvintes.
Lamentavelmente, muitos são os que não querem vencer, não querem edificar, mas apenas querem ter razão. Por isso, tornam-se insensatos, abrindo mão de construir um bom ambiente onde todos ganham.
Para esse tipo de gente, o que interessa é o sentimento de superioridade, a sensação de que ganharam a discussão. Todavia, elas não percebem, que de fato, todos perderam, e vão deixando pela vida um rastro de destruição. Não conseguem ver que nada tem sido edificado.
É muito importante ter uma boa comunicação, saber usar corretamente as palavras e ser polido no trato com as pessoas. Se queremos edificar e não destruir, devemos aprender a dar repostas que não suscitem a ira. Temos que vencer a “boca dura”, aquela que machuca, que fere, que destrói, que desperta os piores sentimentos no coração alheio.
Laerte Cardoso

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